Numa loja que vendia pequenos animais, um garoto perguntava o preço de alguns filhotes; para cada pergunta o vendedor respondia: R$ 100,00 este, R$ 200,00 aquele, R$ 150,00 este outro…
O garoto, pesquisando seus bolsos conseguiu ajuntar todo dinheiro que possuia e disse ao vendedor:
— Não vai dar, só tenho R$ 12,00…. mas, posso ficar olhando os cachorrinhos?
Pode, respondeu o homem e gritou lá pro fundo da loja:
— Luna, venha cá…
Para alegria do garoto, apareceu uma cadela com sete lindos filhotes acompanhando-a na maior agitação, pulando, latindo e brincando uns com os outros, menos um que vinha mais atrás e que visivelmente mancava de uma das patinhas.
Imediatamente o garoto apontou para o filhotinho e perguntou:
— O que há com ele? Por que ele está mancando?
O vendedor explicou que o veterinário o havia examinado e descoberto que ele tinha uma deficiência e que andaria sempre devagar e mancaria de uma das patas. O menino se animou e disse:
— Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!
O vendedor após consultar o proprietário da loja, respondeu:
— Não podemos lhe vender esse cachorrinho, mas poderemos dá-lo de presente a você.
Revoltado o menino respondeu:
— Eu não o quero de graça, ele vale tanto quanto os outros filhotes e eu quero pagar todo o valor dele. Darei R$ 12,00 agora e R$ 5,00 todos os meses até pagar tudo.
— Não acredito que você queira comprar esse cachorrinho, ele nunca poderá correr, pular e brincar com você e com outras crianças…
Então o garotinho se abaixou um pouco, puxou a perna esquerda da calça e deixou à mostra um aparelho que o ajudava andar e disse ao vendedor:
— Eu também não posso correr muito… o cachorrinho precisará de alguém que entenda isso. Vou levá-lo para casa agora mesmo, nós precisamos um do outro.
Amigos,
Uma bela história e que nos conduz a algumas reflexões. Poderíamos iniciar dizendo que para cada pé há um chinelinho, que aquilo que muitas pessoas descartam pode ser maravilhoso para outras; poderíamos dizer que o amor (até pelos animais) extrapola as dimensões físicas, que a alegria de viver não está apenas na correria, mas sim em sabermos apreciar a paisagem.
Mas eu gostaria de propor uma outra reflexão, em especial para os ambientes corporativos: em muitos casos, as deficiências e os obstáculos que encontramos são imaginários e servem de desculpas para andarmos mais devagar e até mancarmos ou arrastarmos um pouco a perna. Para muitas pessoas é confortável ter uma desculpa para produzir menos, ou até mesmo para nada produzir. Usamos muitos tipos de muletas para encobrir nossas verdadeiras deficiências.
As pessoas com algum tipo real de deficiência, acabam desenvolvendo outras aptidões para compensá-la. O grande obstáculo da vida, é a deficiência que colocamos em nossas cabeças e que povoam nossos pensamentos, nos impedindo de agir e de sermos felizes.
Pensemos nisto…
Com abraços,
Luiz Arantes.
Havia um reino em que as pessoas viviam em harmonia e sem grandes preocupações. Tinham um bom rei o qual estava sempre atento às necessidades de seu povo e a tudo que ocorresse em seus domínios; há muito tempo tudo caminhava bem, sem maiores aborrecimentos.
Certo dia após a aula, um jovem aluno se aproximou do seu professor e disse-lhe:
Em uma fazenda, havia um pequeno rato que olhava pelo buraco da parede e viu quando o fazendeiro abria um pacote de compras. Pensou imediatamente em que tipo de comida poderia haver ali; mas, aterrorizado descobriu que era, na verdade, uma ratoeira novinha.
Conta-se que no Canadá, há algumas décadas, um dos eventos mais concorridos era o campeonato anual de cortadores de lenha. Era um acontecimento muito aguardado por todos os lenhadores do pais. Seria vencedor aquele competidor que durante um dia inteiro de trabalho, conseguisse cortar e amontoar a maior quantidade de madeira; havia uma medida padrão para as madeiras cortadas. Na data previamente anunciada, reuniam-se os melhores lenhadores para a disputa.
Certo dia, preocupados com o que os homens fariam se descobrissem seus verdadeiros talentos, temendo inclusive uma concorrência, os deuses do Olimpo discutiam sobre o que fazer com os talentos dos homens. Após várias idéias, optaram para escondê-los em um local em que fosse impossível aos homens encontrá-los.
Uma jovem estava à espera de seu voo num aeroporto. Como teria que esperar por muito tempo a conexão, comprou um bom livro para ocupar seu tempo de forma produtiva e também um pacote de biscoitos para degustar durante a leitura e a espera.
Um homem havia se perdido num deserto; cansado e deseperado caminhava sem rumo e estava prestes a morrer de sede. De repente, para sua alegria, encontrou uma cabana abandonada. A velha cabana estava vazia, mas havia alguma sombra onde ele poderia se acomodar e recuperar um pouco de suas escassas energias.
Havia um sitiante que tinha uma criação de porcos, os quais eram comercializados numa cidade próxima. Tudo transcorria de forma tranquila, até o dia em que apareceu por lá um fiscal sanitário.